Categoria: Diário

#treinaporti – The Day After

Ontem o movimento #treinaporti foi incrível. Incrível é uma palavra que tenho usado muito, ultimamente, mas é a que melhor espelha o que se passou. As participantes estavam entusiasmadas, empenhadas e dispostas a largar todo o seu sangue, suor e lágrimas naquele relvado em Belém. Ninguém chorou, não foi preciso! O Luís, meu treinador de Crossfit há 3 anos, foi super atencioso com todas as meninas. Explicou e exemplificou todos os exercícios (comigo a ajudar) e, muito, muito importante, respeitou o ritmo de trabalho de cada uma, sem deixar de as incentivar a fazer mais e melhor. Aquecimento, treino e alongamentos. No final, toda a gente se deliciou com um Activia fresquinho, que soube p’la vida. Não posso deixar de agradecer à Activia por esta espetacular parceria: obrigada, obrigada, obrigada. Tal como não posso deixar de agradecer às meninas que foram mesmo, a salientar que nem um menino se inscreveu!, a algumas das minhas amigas, que não quiseram deixar de estar presentes e ao Luís, por ser um treinador paciente e exigente, que me tem ajudado a acreditar em mim, atleticamente falando. Obrigada, de coração, a todos. Ah, não esquecer que 50% do dinheiro recolhido será doado à Cruz Vermelha Portuguesa, que bem merece. Portanto, foi tudo espetacular e eu não podia estar mais satisfeita por perceber cada vez melhor, e de forma mais concreta, que esta minha Perna Fina já está muito além da minha mudança. Saber que a minha história pode ajudar outros a mudarem a sua, dá-me uma satisfação sem medidas. Mesmo.

A pergunta que se impõe é: como estão essas perninhas, minhas lindas?

#treinaporti – os resultados!


Saem hoje os nomes dos felizes contemplados para o treino de domingo, dia 23, das 10:30 às 12:00, nos Jardins de Belém (naquele relvado central enorme, sabem?). Por isso, se participaram, vão a correr ao vosso email. Se tiverem uma mensagem minha, pumbas!, é sinal que nos vemos no domingo (confirmem a vossa presença, respondendo ao email, ok?). Levem água, roupa confortável, espírito de equipa e vontade de suar das entranhas. Eu não podia estar mais entusiasmada e o Luís, o meu treinador, também não. Por isso, venham de peito aberto, confiantes. Como diria o outro: vai ser ispétacular!

Até domingo!

ORO VIVO

A minha mãe ia sempre ver a montra da loja ORO VIVO, em cada ida ao centro comercial. Era uma constante. Eu, confesso, achava que a loja tinha um conceito um pouco antiquado e nunca fixei os meus olhos nas suas peças. Era quase um preconceito. Acho que, como eu, muita gente pensa(va!) o mesmo.

As boas notícias são que a ORO VIVO está a mudar. Em Portugal desde 1990, a ORO VIVO apresenta agora uma imagem renovada, que tem como propósito a modernização da identidade da marca, tornando-a mais elegante e feminina. Esta mudança faz-se acompanhar de um novo logotipo, com um novo lettering, que assenta na elegância e sobriedade.

As lojas ORO VIVO irão também sofrer alterações, com o novo conceito e design. Deixará de existir a “barreira” entre o consultor e os clientes, que sempre me afastou um pouco, admito, passando do foco no produto para o foco no cliente. Este novo conceito tem como objetivo servir melhor o cliente, dar maior visibilidade aos produtos e, acima de tudo, facilitar e simplificar o momento de experimentação das peças.

As primeiras lojas a conhecerem este novo conceito são as do CascaiShopping e do Centro Comercial Vasco da Gama. Eu pude estar presente na inauguração da loja de Cascais e a minha opinião relativamente à marca mudou. Para muito melhor! As peças de aço, de linhas simples, arrebataram-me o coração e acabei por trazer um presente para mim e outro para a minha mãe. Passem por lá e dêem uma vista de olhos. Levem a carteira. Vão precisar dela, com certeza!

[Texto Escrito em Parceria com a ORO VIVO]

Sacrifício

Durante muitos anos vivi em sacrifício. Passei muita fome com dietas. Houve uma vez que desmaiei de fraqueza, no duche. Um dia pensei: a minha vida vai ser isto. Eu vou ter de fazer dieta para sempre. Aquela ideia deixou-me tão infeliz, tão infeliz, que achei que nada daquilo valia a pena. Tanto sacrifício, tanta fome, tanta tristeza. Hoje eu não vivo em sacrifício, ou seja, eu não vejo esta minha nova vida como uma imposição, como algo que eu tenho de fazer só porque sim. Eu gosto verdadeiramente das mudanças que trouxe para os meus dias. Eu gosto de comer bem, sinto prazer nisso. Eu gosto de treinar e de me sentir leve e forte. Eu gosto de cuidar do meu corpo e da minha cabeça. É um prazer sem limites. Acredito, com todas as minhas forças, que por ter deixado de ser um sacrifício é que tem resultado tão bem. Eu não quero ter outra vida. Adoro esta. E enquanto tiver voz, contarei a minha história a toda gente, dizendo: podes ser tudo o que quiseres na vida, faz por isso. Não te sacrifiques, mas empenha-te das entranhas!

[Acho que nunca tive uma fotografia com um ar tão feliz. Talvez em criança. Há quem diga que a minha alegria contagia. Espero que sim. Gostava muito que sim.]

Consistência

Se me perguntassem: Perna Fina, na tua opinião, o que é se deve fazer para se perder peso e nunca mais ganhar? Eu diria: ser consistente. Nada resulta melhor do que a consistência.

Porque o grande problema de uma dieta, por exemplo, é ser finita. Ou seja, está-se ali um tempo, a trabalhar-se para um fim e depois puff! As coisas esvoaçam como por magia e, na maioria dos casos, o peso volta todo (ou mais ainda).

Ser-se consistente num plano alimentar que se pretende para vida é, portanto, fundamental. Não digo que se coma todos os dias a mesma coisa até aos 90 anos, mas depois de sabermos o que nos faz bem e mal, acho que não há que inventar muito.

O mesmo se aplica ao treino. Enquanto tivermos disponibilidade física e nos sentirmos aptos a fazê-lo, é investir nisso. Não se pode treinar só de vez em quando, quando não dói a cabeça, quando o dia foi menos cansativo.

Há que ser regrado, criando rotinas. Todos os dias a comer um pouco melhor, todos os dias a treinar um pouco mais, sendo que tudo isto depende dos objetivos de cada um. Por isso sim, consistência. É a chave para atingir quase tudo na vida. Na perda de peso não é diferente.

Por isso, se queres perder peso começa hoje, continua amanhã, depois de amanhã, passa para a semana seguinte, para o próximo mês, anos e não pares mais. Se isso for o que realmente queres. Se for, a sério, vai com tudo e que ninguém tenha pena de ti.

#treinaporti – Queres vir treinar comigo?

Há dias lancei o movimento #mudaporti, incentivando todos os que querem mudar, a mudar por sua própria vontade e não para agradar a nada nem a ninguém.

Um dos aspetos que mais me falaram, foi da falta de vontade de treinar. Por isso, eu decidi dar um empurrãozinho e criar um novo hastag: #treinaporti. Como?

Convidando-vos a vir treinar comigo e com o melhor treinador do mundo, o meu, dia 23 de julho, das 10:30 às 12:00, nos Jardins de Belém. Vamos?

O treino estará assente nos princípios do Crossfit, para que possam perceber como me esfalfo todos os dias. No entanto, será um treino adaptado às capacidades de cada um, por isso nada temam.

No final do treino, vão poder recuperar energias com a Activia, que estará presente no evento, e desfrutar de uma das suas maravilhosas opções (com ou sem lactose).

Para se inscreverem carreguem AQUI. Serão contemplados os 20 primeiros participantes. O treino terá um custo 10€, sendo que metade reverterá a favor da Cruz Vermelha Portuguesa. Os selecionados serão contactados dia 19 de julho.

No dia do treino, devem trazer roupa desportiva, ténis confortáveis, uma garrafa de água e um espírito alegre e cheio de vontade de suar.

Até lá!

#treinaporti
#mudaporti

Aceitação

Há muitos movimentos que nos inspiram, ou tentam inspirar, a aceitar o nosso corpo. A aceitar os nossos “defeitos”, aquilo que não gostamos tanto. E eu percebo: se vivermos em guerra permanente com o que somos, a vida é um pequeno inferno. Sofri-o na pele (e na alma). Porém, acho que esta aceitação, nalguns casos, dá jeito para justificar algum desmazelo. Ah, e tal, eu aceito-me completamente como sou. Por isso, vou ficar aqui deitadinha à espera que as coisas aconteçam. Eu passei por essa fase também. Porque há um pormenor forte e importante: eu, por exemplo, tenho de me resignar à altura de pernas que tenho. Não há nada que possa fazer em relação a isso. De que me vale lamentar o facto de não ter umas pernas até aos ombros?! Tal como a forma das minhas mãos, os meus dedos dos pés, a minha estrutura física, eu nunca serei escanzelada. Não vale a pena querer atingir isso, mais vale aceitar. Agora, eu sempre tive desgosto de ter pouco rabo. E é ver-me a agachar como se não houvesse amanhã e, a verdade, é que o meu dito cujo está maior. Ou os braços, ou os abdominais, ou as pernas… Eu pude melhorar isso tudo, com esforço, e não limitar-me ao facto de aceitar que seria gorda para sempre. Isto para vos levar a pensar se essa coisa da aceitação, nalguns casos, não é mais uma das milhentas desculpas confortáveis, fofinhas e enganadoras que usamos para adiar a decisão de mudar a nossa vida, à séria e para melhor.

Não é falsa modéstia!

Tenho brincado no stories do Instagram com fotografias minhas antigas. Aviso que podem apanhar um susto, peço para descobrirem as diferenças… Por aí. Há dias recebi uma mensagem a dizer que era feio eu gozar com a minha figura antiga, como se isso fosse uma ofensa para as pessoas que ainda não conseguiram perder peso. Bom, não sei que cabeça pensa isto, mas, como estava à espera que se percebesse, essa não é a intenção. O que acontece é que vivi anos a querer ter uma imagem que não tinha (podem chamar-me fútil à vontade) e, por isso, quando hoje olho para algumas fotografias que tiro, fico quase tão surpreendida como quem as vê pela primeira vez. Ainda ontem dizia a uma amiga: eu ainda me vejo, um pouco, como antigamente. Foi a imagem que guardei de mim desde sempre, que parece que ainda não apaguei completamente. Até porque não quero fazê-lo. Não, isto não é falsa modéstia, nem uma tentativa forçada de um churrilho de elogios da parte de quem me lê. É apenas a honestidade de alguém que, com muito custo, tenta, a cada dia, encontrar a melhor versão de si. [Seja lá isso o que for!]

Activa Sem Lactose

Sempre gostei de iogurtes. Qual é a criança que não gosta? À medida que fui crescendo, fui percebendo que sempre que comia lacticínios ficava mal disposta. Ninguém falava de intolerâncias há 30 anos! Portanto, lá continuei eu a sentir-me mal, sem saber porquê.

Aos 28 anos, com acompanhamento médico, descobri que sou intolerante à lactose. De repente, a minha vida alimentar mudou drasticamente. O que é eu ia comer a meio da manhã? Como viveria sem o meu iogurte? Aos poucos, dei por mim a procurar alternativas que me soubessem bem e não me causassem indisposição.

Desde que descobri esta minha condição, comecei a comprar alguns iogurtes lactose free. Uns eram muito gordos ou demasiado açucarados, o que não me ajudava nada na perda de peso. Outros eram grossos, tipo papa. Nada o meu género. Fui desistindo. Iogurtes nunca mais, achava eu!

A pensar em mim e em todas as pessoas que sofrem com este tipo de intolerância, Activia criou uma nova opção sem lactose, em três novos incríveis sabores: natural edulcorado, kiwi e pêssego. Eu já pude experimentar os novos Activia e posso garantir: estamos a falar de um produto cremoso, leve, de uma belíssima opção de pequeno-almoço ou lanche.

Afinal, há vida para além das intolerâncias! Felizmente, posso voltar a dizer que uma vida sem lactose, não é uma vida sem sabor.

[Texto escrito em parceria com a Activia]

Sobre (novos) hábitos

Eu sempre comi bolas de berlim na praia. Sempre, convenhamos, nos verões em que fui à praia. A vergonha do meu corpo desaparecia, momentaneamente, no segundo em que ouvia os vendedores a anunciar a chegada das ditas. Foi um hábito que criei, sobretudo nos últimos anos, já mais velha, em que me comecei a cagar (mais ou menos) para o aspeto do meu corpo. Comia uma bola por dia. Havia dias em que comia duas. Este fim de semana estive em Tróia, onde as bolas de berlim costumam ser uma pequena categoria. Lá veio o senhor, amoroso, a apregoar as filhas da mãe. Eu respirei fundo uma meia dúzia de vezes, concentrei-me, sem grande esforço, confesso, e passei por cima da possibilidade de comer uma granda bola de berlim com creme. Eu constatei que, afinal, tenho vindo a conseguir prescindir de coisas que antes achava absolutamente indispensáveis. Afinal não são. Afinal, que vale o que vale, para mim vale tudo, sabe-me melhor sentir-me confiante, do que comer o que quer que seja. Não digo que não volte a comer, já comi uma esta estação e talvez volte a isso se me apetecer. Porém, uma coisa é certa: há em mim a certeza de que há sensações que me trazem mais felicidade do que a comida. Levei anos, mais de uma década, a aprender isto.