Escrevo muitas vezes sobre ser livre de mim. Sobre poder viver sem estar presa a coisas, a pessoas, a situações. Fui exemplar este ano inteiro. E-XEM-PLAR. Comi sempre bem, treinei muito, fiquei na minha melhor forma física de sempre. Sempre a trabalhar bastante, a organizar o meu tempo, a correr de um lado para o outro. Podia ter decidido continuar este registo nas férias. Podia, mas não o fiz. Quer dizer, não perdi a cabeça, mas fui muito mais flexível comigo. Acho que engordei. Não sei quanto, mas hei-de saber, mais dia menos dia. Ou não, porque isso já não é mesmo o que mais me interessa! Interessa-me ter a certeza que o fim das férias, significa o fim desta vida de maior libertinagem. O regresso ao trabalho, que está para muito breve, é sinónimo de mais treino, de marmitas, de água bebida na quantidade certa, de horários. Não vou entrar de dieta, vou apenas voltar, o mais depressa possível, àquilo que é a minha alimentação de todos os dias, sem as exceções que abri durante este mês. Porque a liberdade é isto: tomar decisões, viver com as consequências, acertar novas decisões. E está tudo bem!

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