Tirei esta fotografia há umas semanas. Tinha um dia de praia combinado com amigas e levantei-me mais cedo para treinar em casa. Em casa tenho um elástico, um peso e uma corda. Dá para fazer uma quantidade gigante de exercícios com este pouco material. Mas bom, o que interessa aqui não é isso: o que importa é que esta fotografia mostra um corpo que eu nunca imaginei como meu. Só em sonhos. A barriga, sobretudo! Por causa da barriga que tinha, passei anos sem ir à praia, privei-me de usar o umbigo de fora, quando todas as miúdas o faziam, tive a alcunha de Pote de Banhas… Por tudo isto, e por tantos mais desgostos e inibições que vivi, eu morro de orgulho destes abdominais. São muito mais do que se vê. São a prova mais que provada, a mim mesma, que eu consigo tudo o que quero (e depende de mim). São a materialização da força de vontade que eu tenho. E deste empenho doido, que chega para mim e para mais meio mundo.

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