Há uma semana que tenho caminhado durante 10 minutos, à hora do almoço. Esta caminhada rápida pode parecer ineficaz, mas tem-se revelado muito querida a vários níveis. As minhas pernas andam cansadas, visto que tenho treinado bastante. Nesse sentido, a caminhada funciona como uma espécie de recuperação ativa, que faz os músculos relaxarem enquanto me movimento. Para além disso, sinto que me ajuda imenso na digestão do almoço, que é a refeição mais pesada que faço. Tenho sentido que o estômago não fica ali tanto a trabalhar em esforço, o que me faz sentir mais leve e bem disposta. Depois, a caminhada, apesar de curta, é mais um acrescento de movimento à minha vida, que me ajuda a queimar calorias, a testar a minha resistência e a velocidade com que retomo à calma and so on, and so on. E dirão que 10 minutos não são nada, mas convido-vos a experimentar. 10 minutos em passo acelerado põem mesmo o coração a bater e pode funcionar como acréscimo a quem já se mexe e como motivação a quem quer mexer, mas, por alguma razão, ainda não ganhou coragem para isso. Assim sendo, desafio todos a experimentar esta intensa caminhada. Põem no cronómetro 5 minutos, caminham até o tempo acabar e depois é só voltar para trás, de volta ao trabalho. Mais fácil que isto é impossível, não é? E não me venham com a treta do tempo. 10 minutos toda a gente tem! ‘bora?

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