Mês: Abril 2017

Quero aprender a lutar!

Eu adoro este filme. Adoro, sobretudo, a última cena: em que ela sova o ex-marido, que lhe fez a vida negra a muitos níveis, que lhe bateu, que lhe tentou tirar a filha. Já houve situações em que quis saber lutar. Não para atacar ninguém, para me defender. Ultimamente, sei lá eu porquê, tenho sentido esta vontade a ferver em mim. Quero aprender a lutar. Quero saber auto-defesa. Quero ser uma badass do caraças! Ora, o que eu que eu pretendo com este texto? Opiniões. O que escolher? Uma arte marcial? Uma luta? O quê? E onde? Sabem de sítios de confiança onde eu possa começar isto à séria, na zona de Lisboa? Desde já, obrigadinha. Fico à espera de sugestões.

Voltei às corridas!

Eu nunca gostei de correr. Achei sempre tonto correr só porque sim. Ainda se fosse atrás de alguém… Ou à frente! Correr só porque sim era uma ideia que não me entrava na cabeça, mas há uns tempos entrou. No início do blogue, quando decidi mudar de vida, comecei a correr. Não sabia tempos, nem distâncias, só sabia que era uma pessoa obesa a tentar mexer-se. Caminhava e corria um bocadinho, até que o peso foi baixando e eu consegui correr, sem parar, uma subida tramada perto de casa. Depois conheci o Crossfit e as corridas foram ficando esquecidas na minha vida. Nos meus treinos também há corrida, mas eu sinto que a faço sempre em esforço. Por isso, voltei às corridas, à séria, duas vezes por semana. Sem olhar para os tempos, sem olhar para as distâncias. A olhar apenas para o desafio e para a liberdade que sinto em correr, na rua, sobretudo agora que chegaram os dias bons. A corrida seca o corpo [tenho de vos falar sobre o que ando a fazer nesse sentido], mas também massacra muito os músculos e as articulações. Por isso, isto não é para meter na cabeça que agora vou preparar-me para uma maratona d’hoje para amanhã, é só mais uma forma de me desafiar e de reforçar esta mudança que trouxe para a minha vida de todos os dias. Para sempre.

Salada de quinoa e frango

 Ingredientes (para uma pessoa):
– 3 a 5 col. de sopa de quinoa cozida;
– 1 peito de frango cozido e partido em tiras;
– 1/2 dúzia de tomates cherry cortados ao meio;
– 1/2 dúzia de pequenos talos de brócolos crus;
– 1 fio de azeite generoso;
– 2 dentes de alho picados;
– Sal, Pimenta e paprika a gosto.

Modo de Preparação:
1.° Numa frigideira ao lume, deitar o azeite e o alho e deixar fritar;
2.° Colocar as tiras de frango, envolver com o alho e o azeite e temperar com o sal, a pimenta e a paprika;
3.° Quando o frango estiver tostado, juntar os tomates e os talos de brócolos crus e envolver bem;
4.° Acrescentar a quinoa e deixar apurar durante 2 a 3 minutos;
5.° Retificar temperos, se necessário, e servir de imediato.

Dica 1: Podem juntar-se umas amêndoas tostadas e laminadas. Ficam a matar!

Dica 2: É importante que a quinoa fique de molho bastante tempo, para que perca o gosto amargo que lhe é característico. Eu deixo-a de molho a noite inteira.

Finas, não as minhas pernas: as Oreo!

Eu sei que isto está em desacordo completo com o texto de ontem, mas como não é coisa que trinque todos os dias, nem todas as semanas, tenho de vos falar das Oreos Finas. Não sei se gostam de Oreo, mas eu era capaz de comer daquilo até deitar pelos olhos, portanto, quando no outro dia vi que isto existia, senti-me toda aos pulinhos para provar. Já provei e, deixem-me que vos diga, são uma categoria. São super estaladiças, leves, finas. Tão, mas tão boas. Têm dois recheios: o original e o chocolate, como na imagem. Eu provei as originais e já fiquei em picos para provar as de chocolate, mas recuso-me a comprar um pacote disto. Não havia de ser bonito de se ver, não, não. Mas pronto, para um dia de devaneio, esta é uma opção do caraças. Para mim é, porque podia perfeitamente ser parente do Monstro das Bolachas. Não sendo, e querendo manter como alcunha o nome que dei a este blogue, em comum, entre mim e estas Oreo, só haverá mesmo o apelido. É lamentável, mas o tem de ser tem muita força. Oh lá se tem!

Coisas que me tiram do sério #9


Pais que enchem os filhos de merdum! Por merdum entenda-se tudo o que há de bolos, bolachas, gomas, doces, cereais, iogurtes cheios de cenas, pães de leite, pão de forma, leite com chocolate, refrigerantes e aperitivos de todo o género. Há 10 anos, até mais, não se falava tanto de alimentação como se fala hoje. Beber iced tea era beber um cházinho. Comer cereais era uma cena boa, metia leite e tudo. Hoje sabe-se que todos esses “alimentos” estão carregadinhos de merdas, que dão cabo da nossa saúde, que nos engordam, que nos viciam, que não nos saciam, que confundem as nossas células, que as destroem. Hoje em dia toda a gente sabe isto, mas há quem insista em encharcar os miúdos com porcarias destas. Eu acho que é uma espécie de negligência, que se devia fazer qualquer coisa a respeito. Os pediatras, por exemplo, podiam questionar as famílias sobre a alimentação que proporcionam aos filhos. E não me venham dizer que é uma questão dinheiro: a quantia que gastam em tudo o que compram nos pacotes, dava para comprar montes de ovos, atum, frango, batata doce, alface, brócolos… Há crianças que, pura e simplesmente, não comem certos alimentos por nunca ninguém lhos deu provar. Porque estes hábitos cultivam-se, estimulam-se, tratam-se. Também não é preciso ser extremista e não deixar os miúdos comerem nada, mas tem de haver limites. Devia haver.