Neste Dia Internacional da Felicidade, interessa refletir sobre o que fazemos para sermos felizes. Desde pequenas coisas, a coisas enormes. Acho que ninguém é sempre feliz. Eu não sou, mas sou muito mais feliz comigo hoje, do que alguma vez fui.

Porém, neste dia da felicidade, apetece-me escrever sobre as pessoas que não suportam ver a felicidade dos outros. Sobre gente que pouco ou nada faz para vingar na vida e se rói por ver uma camisa lavada no outro. Sobre gente que maldiz, que inveja, que quer mal.

Ser feliz é muito um trabalho interior, de uma paz autosuficiente, de uma serenidade quase inabalável. Ser feliz vem do querer bem, bem para mim e bem para os outros. É sobretudo ser, não tanto ter. Mas as pessoas pouco felizes não conseguem ver isso.

Só vêem os que os outros têm, o que os outros compram, o que os outros conseguem, as férias que os outros passam. Só vêem isso, porque é apenas isso que querem ver. Porque assim se sentem na legitimidade de adiar a sua própria felicidade, questionando se a dos outros lhes foi dada de bandeja.

Como se ser feliz não desse trabalho. Como se ser feliz fosse um estado adquirido. Como se ser feliz não fosse um caminho. Difícil, possível, para todos os que estão dispostos a ter trabalho, a bater com cara, a seguir em frente, a tentar uma outra vez. Um viva à felicidade! Um viva a quem arrisca, verdadeiramente, em ser feliz todos os dias. Nem que seja um bocadinho.

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