Ryan, meu amor, desde ontem que não páro de pensar em ti. Quem me mandou ir ver o teu novo filme, quem foi? La La Land, que filme do caraças, deixa-me que te diga. E tu vais, que é uma categoria. Mesmo, mesmo. Eu sou doida por ti desde que te vi a fazer de Noah, no Diário da Nossa Paixão. Aquele teu ar de abandonando, de barba e cabelo enormes, ai Jesus, deram cabo de mim. Ontem estavas um pouco diferente. Estavas assim mais crescido, sei lá, apesar do tal ar ser parecido. Eu e esta minha mania de gostar dos desgraçadinhos, que precisam de ser salvos por uma miúda mesmo à seria, como eu!? Eu e esta minha mania…! Voltando a ti: que papelão incrível o teu, cantas, danças, tocas, arrebatas o meu coração e fazes-me acreditar, ou reforçar a ideia, de que a vida é o que é e está exatamente onde tem de estar. Ryan, meu querido, não sei se conheces Lisboa, mas deixa-me que te diga que é uma cidade encantadora. Está nos topos das listas de cidades a visitar em todo o mundo. Há o rio, há os pastéis de Belém e existo eu, pronta para curar todas as mágoas e negas que tens acumulado, em todos os filmes de (des)amor que tens feito. Vem, Ryan, vais ver que não te arrependes. Para já, eu vou ouvir em modo repeat a banda sonora apaixonante deste incrível filme que é o La La Land. E pensar em ti com carinho, ao piano, como alguém que realiza sonhos, deixando outros pelo caminho. Porque é assim com toda a gente, não é Ryan? É. Um enorme beijinho, desta tua La La Fã, Joana.

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