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Cada um tem o direito de escolher ter o corpo que quer. Seja magro, seja gordo, seja musculado, seja como for. Porque cada um é que sabe como se sente bem consigo. Não temos todos de ser magros, nem gordos, nem musculados. Temos de ser aquilo que quisermos. Estes conceitos estão muito relacionados com o que achamos ser mais ou menos bonito ou mais ou menos atraente e, felizmente, há gostos para tudo. Há mulheres que gostam de se manter muito magras, há outras que preferem ter curvas, há ainda outras que preferem ter músculos. Há mulheres que gostam de ter o peito pequeno, outras que o aumentam, outras que o diminuem. Há mulheres que sonham ter um rabo maior e mais redondo e outras que davam meio mundo para que o seu bufunfo fosse menos notável. E está tudo bem com isso. Ou devia estar. O meu corpo já passou por muitas transformações. Em miúda era muito magra, escanzelada mesmo. Na puberdade virei uma pequena orca e comecei um sem fim de dietas. Até há muito pouco tempo fui de obesa a magra demais. Hoje tenho um corpo muito diferente do que imaginei. O mais importante é que o vejo ao espelho e gosto dele. Mesmo com a celulite. Mesmo com o rabo menos volumoso do que gostaria. Talvez nunca esteja completamente satisfeita com a minha imagem. Talvez, até porque acho que sou difícil de satisfazer, mas há uma coisa que eu sei: o corpo que eu tiver dependerá muito do corpo que eu quiser e fizer por ter. E ninguém tem nada com isso a não ser eu.

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