Mês: Agosto 2015

As ilhas Phi Phi

IMG_6505Ainda nem tinha chegado a Portugal e a vontade era voltar imediatamente para as ilhas Phi Phi. Não fossem as saudades (e as responsabilidades) e teria regressado mesmo. De tudo o que vi e vivi na viagem, pouco me encantou mais que a imensidão turquesa daquele mar. As rochas que ladeavam a praia, exatamente iguais às imagens da internet, tornavam aquela paisagem única. Enquanto lá estava, não sabia se queria estar na água, estendida na toalha a apanhar sol ou fazer as duas coisas em simultâneo. Lembro-me de ficar muitas vezes parada, só a olhar, e de pensar que a única coisa que queria era que a minha memória guardasse aquele postal vivo da forma mais real possível. Espero que daqui a muitos anos ainda consiga ter lembrança da gratidão que senti naqueles dias. Da paz. Da sensação de ser inteira. Melhor ainda, espero voltar lá em breve para criar novas memórias, tornando estas que tenho mais nítidas, quem sabe eternas.

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Foi uma vida dura, foi.

Eu vou voltar, Tailândia!

Dizia muitas vezes que não tinha vontade nenhuma de ir àqueles países. Quando me falaram em ir à Tailândia eu torci o nariz. “À Tailândia? De certeza?” Fui cheia de vontade de ir e de ver e de estar, apesar de todos os receios que fazem parte de quem sou, mas de coração cheio de esperança em dias melhores. No meio de todo o caos aparente, do trânsito, do calor, da poluição, os tailandeses mostram ser felizes. Sabem receber bem, sempre com um sorriso e com um ar de gratidão. Em troca, só exigem respeito por Buddha e, por isso, não há cá ombros, nem pernas de fora em locais sagrados. Na Tailândia eu visitei os templos, o Floating Market, estive com tigres, banhei-me numa das praias mais bonitas do mundo, fiz 29 anos.

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DSC04759Grand Palace

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Floating Market

DSC04873 DSC04876Tiger Temple

Na Tailândia eu ri, chorei, gritei, dormi muito, comi demasiados gelados, disse asneiras, estive em silêncio, rezei de peito aberto. Senti vontade de lá estar e de vir embora. (Sim, quando houve o atentado!) Senti saudades de casa. Muitas. Restam-me as fotografias para ter a certeza de que tudo não passou de um sonho. E, agora que já lá não estou, só desejo voltar. Eu quero tanto voltar, Tailândia. Eu vou voltar!