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Isto tem sido uma saga. Não é Natal, mas parece. Por trabalhar numa escola com centenas de alunos, há sempre bolos de aniversário a pairar no ar. Depois, com o fim do ano, sucedem-se as festas com comes e bebes e é ver sacos de gomas e batatas fritas a par e passo com a minha força de vontade. Para onde quer que me vire, está um chocolatinho ou uma empada de galinha a acenar-me. Enfim, não é fácil. O que é que eu não dispenso? A minha lancheira. Deus Me Livre de cair no erro de confiar no destino ao ponto de comer aquilo que ele tem para me dar. Por isso, e muito por isso, é que me tenho mantido quase intocável. Apesar de tudo, ontem marcharam duas doses de musse e um brigadeiro. À noite, no treino, levantei mais peso do que era suposto, na esperança de compensar os estragos. Por todas as razões, desejo que chegue julho: acabam-se as festividades, eu fecho-me na minha sala e esqueço que existem outros alimentos para além dos que vêm comigo para o trabalho. E bebo água, muita água, para ver se isto me sai tudo duma vez.

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