Hoje foi um dia muito feliz. Subi à balança e aos meus olhos, e aos olhos da minha querida doutora, apareceu um 63 (e uns pózinhos). Ficámos, as duas, muito felizes. O 63 era o objetivo inicial. O limite entre estar saudável e estar com excesso de peso. Hoje foi por isso estabelecido um novo objetivo.

Depois da consulta, já no carro, comovi-me um bocadinho. Chegar até aqui saiu-me do pêlo. Mas o que interessa, o que realmente importa, é que eu me sinto como nunca me senti: livre de um corpo que era meu, não o sendo na verdade.

E a minha doutora, a doutora Catarina, é a melhor do mundo. Foi a primeira pessoa da minha vida a mostrar-me que a relação que mantenho com a comida pode ser pacífica. Bem vivida. Sou-lhe muito agradecida. Obrigada, doutora, para sempre. (Eu sei que vai ler isto.)

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